Nossa história

Conheça a trajetória do Polo I de Alta Tecnologia de Campinas

 

Quando Começamos

Nossa história começa na década de 80, no auge dos debates acerca das necessidades de fortalecer as iniciativas locais e regionais relacionadas ao desenvolvimento industrial e econômico do país.

As primeiras ações do governo municipal foram a seleção de duas áreas estrategicamente posicionadas para abrigar o Polo I e o Polo II. O Polo II teria um foco científico por já abrigar importantes universidades e institutos como a Unicamp, a PUCC, o CPqD e o CNPEN, enquanto o Polo I teria um foco industrial, abrigando empresas e indústrias. O regramento de uso das áreas foi dado através do decreto municipal nº 6.619/86 para o Polo I e da Lei Municipal nº 8.252/92 para o Polo II.

 

CIATEC

Em 1991, a Prefeitura de Campinas criou a CIATEC — Companhia de Desenvolvimento do Polo de Alta Tecnologia de Campinas — com o objetivo de fazer a gestão dos Polos I, II e da incubadora municipal.

Em seus 27 anos de atividade, a CIATEC incubou 60 empresas. Dentre elas, destaca-se a iFOOD, que foi comprada pela Movile, tornando-se em novembro de 2018 um unicórnio brasileiro.

Em 2018, por questões estratégicas, o Governo Municipal incorporou a CIATEC à IMA, que passou a ser responsável pelas atividades, incluindo a implantação do Polo I e a gestão do Polo II.

 

Polo I de Alta Tecnologia de Campinas

A área do Polo I teve seu desenvolvimento interrompido em meados de 1998, por conta da incorporação da FEPASA — então proprietária dos terrenos — pela União.

Mesmo com as dificuldades administrativas, algumas empresas conseguiram instalar-se no local, como a AirLiquide, a Planifer e a Cyclobras, que permanecem até hoje. No entanto, a maior parte da área ficou intocada por mais de três décadas.

polo i

 

Área do Polo I de Alta Tecnologia de Campinas

Em 2018, o Governo do Estado de São Paulo doou a área do Polo I para a Prefeitura de Campinas, que a transferiu para a IMA como parte do processo de incorporação da CIATEC.